Case de Sucesso: Miryam Amorim Faturou R$ 101.050 em 9 Meses e Passou a Viver do Próprio Sonho

Olivia LobellAtração de Clientes

Como sair do corporativo e faturar R$ 101 mil: caso Miryam Amorim

Existem histórias que me emocionam porque provam, mais uma vez, que não é preciso abandonar um sonho só porque o começo parece difícil. A história da Miryam é uma delas.

Em nove meses de aplicação consistente do meu método, ela faturou R$ 101.050, alcançou R$ 38.000 em um único mês e tomou uma decisão que carregava no coração havia anos: saiu do trabalho corporativo para viver 100% do propósito dela.

Mas esse resultado não nasceu apenas de técnica, estratégia ou esforço. Nasceu de uma jornada profunda de posicionamento, constância, apoio, cura de crenças e coragem para escolher uma nova versão de si mesma.

O sonho de transformar vidas, mesmo trabalhando no corporativo

A Miryam é mãe de duas crianças e sempre foi apaixonada por transformar vidas. Desde 2019, quando conheceu esse universo, ela sabia que queria trabalhar integralmente com aquilo que amava.

Ela começou a atender clientes e construir seu caminho, mas passou anos dividida entre duas realidades. Durante o dia, trabalhava no mundo corporativo. À noite, atendia em formato parcial. Havia conhecimento, paixão e vontade, mas ainda não existia previsibilidade suficiente para viver exclusivamente do próprio trabalho.

Essa é a realidade de muitas coaches, mentoras, terapeutas e profissionais experientes. Elas têm competência, formação e propósito, mas enfrentam uma agenda limitada, atendimentos esporádicos e a sensação de que o sonho está sempre sendo adiado.

O problema não é falta de potencial. Muitas vezes, falta um caminho estruturado para transformar conhecimento em uma oferta bem posicionada, clientes recorrentes e um negócio sustentável.

Quando o tempo é limitado, a aplicação também fica limitada

A Miryam entrou no método em março de 2024. Naquele período, ela ainda estava no corporativo e fazia o que podia dentro da rotina que tinha. Como o tempo era curto, aplicar tudo com profundidade era mais desafiador.

Isso é importante: não existe fracasso em estar no início. Existe um processo. Quando alguém está dividindo energia entre um emprego exigente e a construção de um negócio próprio, é natural que os resultados levem mais tempo para ganhar velocidade.

Em junho de 2025, ela conseguiu uma licença do trabalho. Foi um ponto de virada. A partir de julho, passou a se dedicar integralmente ao método, aos estudos, às mentorias e à construção do negócio.

Ela participou de tudo o que conseguia ao vivo e, quando não podia estar presente, assistia às gravações. Fazia perguntas, pedia ajuda, ajustava a rota e continuava. Essa disposição de permanecer no processo fez toda a diferença.

Não é só técnica: é arte, ciência e transformação interna

Uma das maiores descobertas da Miryam foi entender que atrair clientes não depende apenas de saber o que fazer. Existe técnica, estratégia, posicionamento, comunicação e tecnologia. Mas existe também uma parte interna que precisa acompanhar o crescimento.

Eu chamo isso de unir arte e ciência. A ciência está no método, nas ferramentas, nos processos e nas ações práticas. A arte está na forma como cada pessoa se permite aparecer, servir, comunicar sua verdade e receber o que construiu.

Para a Miryam, essa jornada trouxe muitas curas. Ela vinha de um ambiente corporativo muito rígido, metódico e exigente. Até ações simples, como entrar em contato diretamente com um potencial cliente, pareciam estranhas no começo.

Não porque ela não fosse capaz, mas porque suas crenças estavam condicionadas a outro modelo de trabalho.

Ela precisou ressignificar ideias como:

  • “Tudo precisa ser perfeito antes de começar.”
  • “Falar com clientes é desconfortável ou inadequado.”
  • “Trabalhar com propósito precisa ser sofrido.”
  • “Se eu não estiver exausta, talvez eu não esteja fazendo o suficiente.”
  • “Meu negócio precisa seguir a rigidez do mundo corporativo.”

Quando essas resistências começaram a ser tratadas, ela ganhou mais leveza. Foi percebendo que podia construir um negócio com estrutura sem perder a humanidade, e que poderia prosperar sem repetir o peso que carregava antes.

Os três Cs da jornada empreendedora: curva, causa e cura

Eu sempre falo dos três Cs que fazem parte de praticamente toda jornada de crescimento: curva, causa e cura.

A curva é o momento em que algo parece mais difícil. É quando surgem desafios, desconfortos, dúvidas e resultados que ainda não refletem o esforço colocado.

A causa é aquilo que está por trás da dificuldade. Pode ser uma crença limitante, um medo de se expor, uma postura rígida, um padrão de autossabotagem ou simplesmente falta de clareza sobre o próximo passo.

A cura acontece quando a pessoa olha para isso com honestidade, pede ajuda, se permite aprender e muda sua forma de agir. A cada cura, ela sobe mais um nível. E, muitas vezes, quando sobe, uma nova resistência aparece. Isso não significa que algo deu errado. Significa que existe um novo nível de expansão acontecendo.

A Miryam viveu exatamente isso. Ela fazia uma cura, avançava e encontrava outra resistência. Fazia mais uma cura e avançava novamente. Aos poucos, o que era pesado foi ficando mais leve. O que parecia impossível passou a fazer sentido.

R$ 101.050 em nove meses e R$ 38.000 no mês da decisão

Em nove meses de dedicação integral ao processo, a Miryam alcançou R$ 101.050 em faturamento. Foi o nascimento oficial do seu negócio de seis dígitos e além.

E há um detalhe muito simbólico nessa história. Em fevereiro, mês do aniversário dela, ela tomou a decisão de pedir exoneração do concurso público. No mesmo mês, faturou R$ 38.000.

Eu acredito profundamente no poder da decisão. Não é uma decisão inconsequente, nem uma escolha feita sem preparo. É aquela decisão que vem depois de um caminho de construção, aprendizado, resultados e fortalecimento interno.

Quando a Miryam decidiu que não continuaria dividindo sua energia entre o corporativo e o sonho, ela não estava apenas deixando um trabalho. Ela estava escolhendo viver com mais presença, liberdade e propósito.

O dinheiro é consequência da transformação

O faturamento é importante, claro. Ele oferece autonomia, segurança, possibilidades e liberdade de escolha. Mas o valor financeiro não foi a única transformação da Miryam.

Ela compartilhou algo muito bonito: sente que hoje é uma mãe melhor, uma esposa melhor, uma filha melhor, uma amiga melhor, uma mentora melhor e também uma mentorada melhor.

Isso acontece porque, antes de transformar a vida dos nossos clientes, precisamos permitir que a transformação comece em nós.

Quando alguém trabalha com propósito, aprende a se posicionar e constrói uma empresa que respeita sua essência, o impacto vai muito além da conta bancária. A pessoa muda a forma como vive, se relaciona, toma decisões e ocupa seu lugar no mundo.

Eu gosto de dizer que prosperidade de verdade precisa trazer os dois: paz e Pix. Não adianta faturar muito e viver sem paz. Também não adianta ter propósito e não construir a estrutura financeira para sustentá-lo. O equilíbrio está em criar uma vida com abundância, leveza e significado.

O poder de ter método, mentoria e comunidade

Construir um negócio sozinho pode ser mais lento e doloroso. Quando você tem acesso a pessoas que já percorreram parte do caminho, consegue evitar erros, encurtar aprendizados e encontrar apoio nos momentos mais desafiadores.

Por isso, o método não se limita a uma estratégia isolada. Existe suporte para áreas diferentes do negócio, incluindo mentalidade, tecnologia, redes sociais, posicionamento e aplicação prática do método de atração de clientes.

Também existe o poder da comunidade. Cada case de sucesso inspira alguém que está começando. Uma pessoa que ainda está no corporativo pode olhar para a Miryam e pensar: “Se ela conseguiu construir essa transição, talvez eu também consiga.”

É uma corrente do bem. Uma pessoa se permite crescer, transforma sua própria vida, serve melhor seus clientes e ajuda outras pessoas a realizarem sonhos. O impacto se multiplica.

Se você quer entender se o meu acompanhamento é adequado para o seu momento, pode agendar uma entrevista para conhecer a mentoria.

Para quem ainda está no corporativo: não desista no meio do caminho

Se você está no corporativo, atende em horários alternativos e sente que seu coração já não está totalmente onde você está, eu quero deixar uma mensagem com muito carinho.

O começo pode ser difícil. Você pode não ter tudo perfeito, pode ter medo, pode ainda não saber exatamente como fará a transição. Mas não desista só porque ainda está no começo.

Quem continua, aprende. Quem aprende, ajusta. Quem ajusta, evolui. E quem se permite seguir no caminho pode viver aquilo que um dia parecia impossível.

A Miryam não chegou aos seis dígitos porque nunca teve medo ou porque tudo foi fácil. Ela chegou porque continuou. Pediu ajuda, participou, fez as curas necessárias e se permitiu construir uma nova realidade.

Comece mesmo com medo

A transformação não acontece antes de começar. Ela acontece no caminho.

Você não precisa ter todas as respostas agora. Não precisa esperar o cenário perfeito, a confiança absoluta ou a aprovação de todo mundo. Precisa apenas dar um passo consciente na direção do que sente que nasceu para fazer.

E, se puder, pegue na mão de alguém. Ter método, comunidade e mentoria pode tornar o caminho mais leve, mais claro e mais rápido.

A Miryam já está olhando para a próxima fase: multiplicar os resultados, escalar o negócio e construir novos patamares de faturamento. Os primeiros seis dígitos foram celebrados. Agora, ela segue em direção a múltiplos seis dígitos e além.

É isso que acontece quando alguém escolhe não desistir de si mesma: um sonho deixa de ser apenas um desejo e passa a se tornar uma vida inteira construída com propósito.